domingo, 26 de junho de 2011

Curiosidades

Baratas

Conheça as características desse inseto resistente

A Periplaneta americana é uma das mais conhecidas entre as 5 mil espécies de baratas

As baratas estão entre os bichos que mais causam repulsa no ser humano. A maioria sente asco só de imaginar uma barata. Isso acontece porque as espécies que convivem com as pessoas nas cidades transitam pelos esgotos e são vetores de doenças.

Existem cerca de 5 mil espécies de baratas, das quais 1 mil são brasileiras. Muita gente não sabe que as baratas urbanas correspondem a 1% do total de espécies desses insetos - o restante são espécies silvestres.

Barata luminosa

As baratas silvestres são importantes recicladoras de matéria orgânica. Não transmitem doenças, nem exalam mau cheiro, explica José Albertino Rafael, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa). Atualmente, Rafael coordena pesquisas sobre uma espécie de barata, a Lucihormetica fenestrada.

O objetivo é entender como essa barata emite luz fria, da mesma forma que os vaga-lumes. Nestes insetos, sabemos que as reações produtoras de luz ocorrem em células denominadas fotócitos.

Baratas do tempo dos dinossauros

Os fósseis mais antigos de baratas estão datados em cerca de 320 milhões de anos, do período Carbonífero. Esses registros são impressões em rochas pré-históricas - o padrão das nervuras presentes nas asas é característico de cada espécie.

Fósseis de baratas encontrados nas rochas calcárias da Formação de Santana, na região mineira de Santana de Cariri, datam de 112 milhões de anos, do período Cretáceo Inferior. Isso prova que esses insetos foram contemporâneos dos dinossauros.

Fórmula que deu certo

As baratas são sobreviventes de todas as alterações climáticas e ambientais sofridas pela Terra em centenas de milhões de anos. Como uma fórmula "que deu certo", elas não mudaram muito de lá para cá. Apresentam apenas variação no número de nervuras em suas asas e de espinhos nas pernas.

A espécie comum no ambiente urbano é a Periplaneta americana, conhecida como barata grande ou de esgoto. As baratas urbanas vivem próximas dos seres humanos por três motivos: água, alimento e abrigo, esclarece o especialista em estudos com baratas urbanas, Neliton Silva, professor da Universidade Federal do Amazonas (Ufam).

Baratas gostam de cerveja

Esses insetos são tão adaptados às cidades que se alimentam até mesmo de cola e papel - e apreciam bebidas alcoólicas, como a cerveja, segundo informações da Fundação Oswaldo Cruz.

De cor marrom-avermelhado, essas baratas voam e vivem em ambientes escuros, quentes e úmidos, como esgotos, ralos e lixo. A Periplaneta americana, bem como a Blatella germanica, originária da Europa, disseminam diversas doenças e parasitoses em suas fezes, como toxoplasmose, hanseníase, tifo, disenteria, pneumonia e meningite.

Os predadores das baratas urbanas são, além do ser humano, as aves, lagartixas e, por vezes os gatos. Comer o inseto é uma das formas de esses felinos serem infectados com o protozoário responsável pela toxoplasmose, o Toxoplasma gondii.

Quando as baratas perdem a cabeça

A resistência desses insetos é incrível: eles vivem até quatro anos, podem sobreviver uma semana sem água e um mês sem se alimentar. Também não se afogam com facilidade - seu fôlego dura 40 minutos. O cérebro da barata não fica só na cabeça, mas ao longo de seu corpo. Assim, se a barata tiver sua cabeça cortada, ela sobrevive por uma semana e, então, morre de sede.

"Olhos" nas costas

A barata está parada. Alguém se aproxima, por trás, para dar-lhe uma chinelada e ela sai correndo na direção oposta - dificilmente se acerta o alvo na primeira tentativa. Isso acontece porque esses insetos estão equipados com pequenas cerdas sensoriais nas costas, que captam o menor sinal de deslocamento de ar.
O sistema nervoso da barata traduz os impulsos elétricos que lhe dão a informação precisa da direção do ar. Desse modo, o inseto sabe exatamente para onde escapar de sua ameaça. Outros apetrechos sensoriais da barata são suas antenas: elas captam moléculas de cheiro e também informam a direção do vento.

Resistentes ao veneno

O uso de inseticidas pode matar uma barata. Mas, se ela estiver produzindo filhotes, estes serão resistentes ao veneno - ele não mata seus ovos. Para dar fim à barata e garantir que ela não deixe descendentes, o mais eficaz é mesmo uma chinelada.
O acúmulo de lixo e a sujeira significam uma infinidade de alimentos para as baratas. Por isso, uma das melhores maneiras de se evitar a convivência com esses insetos é a higiene. Esse cuidado e a desinsetização periódica são suficientes para o ambiente ficar livre de baratas, por algum tempo.

Fonte: http://educacao.uol.com.br/biologia/ult1698u76.jhtm. Acessado em: 25/06/11 ás 18h45.

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Vamos combinar, as baratas podem ser nojentas... mas são um inseto sem dúvida muito interessante!

Até á próxima!
Gracineide Costa



terça-feira, 21 de junho de 2011

CURIOSIDADE

A verdade sobre o Activia

E-mail afirma que o iogurte Activia, da Danone, é composto de bactérias vindas das fezes humanas!


Antes de comerçarmos, uma coisa deve ficar bem clara aqui: NÃO estamos fazendo propaganda de nenhum produto e/ou de nehuma marca.
Como fazemos há vários anos, estamos apresentando os fatos e tentando desmistificar os boatos que rodam as nossas caixas de entrada. Nesse caso, a Danone está sendo a "vítima" do boato e, por isso, seu nome e o do seu produto aparecerão nessa nossa pesquisa.

Em forma de artigo, assinado por uma nutricionista, o texto afirma que o iogurte Activia, da Danone, que auxilia no funcionamento regular do intestino, seria feito a partir de fezes humanas.

Começamos a receber essa mensagem em setembro de 2009. Um texto com informações desencontradas, citando nome de uma empresa conhecida e assinado por uma nutricionista que não existe. Parágrafos inteiros escritos em letras maiúsculas dão um tom alarmista ao conteúdo. Tudo isso nos leva a crer que, mais uma vez, estamos lidando com um típico hoax da internet.

Logo nos primeiros parágrafos temos:

"Bifidobacterium animalis é uma bactéria anaeróbica gram-positiva encontrada nos intestinos de animais de grande porte, inclusive humanos."

E em um outro parágrafo mais abaixo:

"Muitas empresas têm tentado registrar subespécies específicas como uma técnica de marketing,renomeando estas subespécies com rótulos pseudo-científicos."
O autor do texto não disse de onde ele tirou essas duas afirmações. Apenas jogou um texto entre aspas e o leitor menos atento aceita os parágrafo sem se questionar da veracidade. Se você quiser testar, copie um dos dois parágrafos acima e cole no Google. O resultado mostrará apenas os blogs e sites que reproduziram o texto, ou seja, é uma cópia da cópia.
O leitor dessa nossa pesquisa poderia estar pensando: "Puxa! Mas o autor pode ter retirado essas citações de algum livro! Por isso não aparece no Google!".

Bem pensado, querido leitor! Mas você não acha que uma nutricionista formada, que tantos trabalhos academicos já deve ter feito em sua vida, não teria o cuidado de colocar o nome do autor e/ou nome do livro em seu "artigo"? Isso ajudaria até mesmo para dar mais credibilidade ao texto.

Na verdade, a Bifidobacterium animalis é uma bactéria que realmente está presente no intestino humano, mas isso não quer dizer que colocaram fezes no iogurte. Conforme a própria Danone afirma em seu site, " é obtido da replicação em meio de cultura estéril, da mesma forma que outros fermentos utilizado em iogurtes, queijos, pães e etc. Não é absolutamente obtido de fezes. ".
Também entramos em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor da Danone, e a resposta foi a mesma:

Sr Gilmar, bom dia!
Sobre seu contato, a Danone gostaria de esclarecer que:
- O Dan regularis é o nome comercial do bacilo exclusivo da Danone, registrado com nome científico Bifidobacterium animalis, cepa DN 173 010, no Instituto Pasteur em Paris, onde estão depositadas as amostras deste bacilo

- O Danregularis que você encontra em Activia é obtido da replicação em meio de cultura estéril, da mesma forma que outros fermentos utilizado em iogurtes, queijos, pães e etc. Não é absolutamente obtido de fezes.

- O Bifidobacterium animalis não apresenta nenhuma característica que irrite ou agrida a mucosa intestinal, já que outras espécies do gênero Bifidobacterium podem ser encontradas naturalmente no trato intestinal de indivíduos saudáveis. Não seria possível "viciar" o organismo em um bacilo, já que este é um ser vivo e não um produto químico.

De acordo com o excelente blog Alimentação sem Mitos, em seu artigo sobre o Bifidobacterium animalis, Gaby, Nutricionista formada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, nos mostra que "Todos os iogurtes têm bactérias, pois são elas que fermentam o leite para que ele se transforme em iogurte. E esse tipo específico de bactérias contidas nesse iogurte apresenta alguns outros benefícios à saúde, o que caracteriza o alimento que contém esse tipo de bactéria como probiótico: alimento que além de nutrir por si só, oferece benefícios à saúde.".

E mais: em um outro artigo publicado pela professora da Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF) da USP, Susana Saad, explica que "Os microorganismos probióticos sobrevivem ao trato gastrintestinal humano e ocupam o intestino. Eles produzem compostos inibidores como as bacteriocinas, proteínas que inibem a proliferação de microorganismos patogênicos, causadores de diarréia e outras doenças.".

Em um dos parágrafos, o texto afirma:

"NÃO, você não está enganado. São as FEZES HUMANAS., SIM, SIM E SIM!"

Como já mostramos em várias pesquisas aqui no E-farsas, a prática de se utilizar letras minúsculas dentro do texto dá um tom alarmista ao assunto, é feito para se chamar a atenção. Cá pra nós… você acha que fariam iogurte de fezes humanas e ninguem tomaria nenhuma providencia até hoje?

Prosseguindo no texto:
"O motivo pelo qual a bebida láctea Activia ajuda na digestão é o simples fato de que a bactéria adicionada pela Danone pertence a uma cepa mais irritante para a mucosa intestinal, que ao entrar em contato trata de expelir o mais rapidamente possível o material fecal."

Pense conosco: Se no começo do texto, a autora (ou o autor) afirma que o Bifidobacterium animalis já está presente em nosso intestino, porque mais abaixo é dito que a bactéria causa irritação na mucosa intestinal?

Ah! Porque é uma cepa mais irritante da bactéria! Sei…
Então, nesse caso, o autor estaria afirmando que a tal bactéria seria um tipo tratado, ou seja, não é um "bichinho" simplesmente tirado de um cocô e colocado no iogurte. Ou então, o tal do Bifidobacterium animalis que é usado para se fazer o Activia estaria sendo retidado das fezes de pessoas que já estariam com diarréia? Difícil de acreditar! De qualquer maneira, o texto não é de todo perdido. Num dos parágrafos, o autor (ou autora) aconselha:
"Mas, sinceramente, prefira as verduras ao leite de cocô doce."

Segundo a mutricionista responsavel pelo blog Alimentação sem Mitos, uma alimentação saudável, a base de verduras e legumes e rica em fibras, em conjunto com a prática de exercícios físicos ajuda bastante no bom funcionamento do intestino. "Mas," – afirma a nutricionista – "em algumas fases da vida, em que o intestino fica mais preguiçoso, como durante a gestação e pessoas com idade mais avançada, eu acho que é melhor usar esse tipo de iogurte do que o uso de laxantes.".

Nas últimas linhas:
EM OUTRAS PALAVRAS, A TAL DE BEBIDA LÁCTEA TEM MERDA MESMO!!!!!!

Outra vez, o uso de letras maiúsculas chama a atenção. Também é difícil de se acreditar que uma pessoa com nível superior escreveria um texto com um liguajar tão chulo.


Disponivél em: http://www.e-farsas.com/a-verdade-sobre-o-activia.html. Acessado em: 21/06/11 ás 20h45.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Guardar mágoas traz prejuízos à saúde de nosso corpo

Perdoar evita o estresse e economiza nossas energias


Quando alguém nos desaponta, nos fere, quando perdemos algo importante ou sofremos alguma injustiça, a raiva e a indignação são sentimentos normais, mas o problema é quando esses sentimentos se transformam em mágoa e amargura. No livro "O poder do perdão", o psiquiatra americano Fred Luskin, apresenta a sua experiência e estudos sobre esse tema. Ele demonstra que o processo de perdoar pode ser treinado e desenvolvido. Ele utiliza a metáfora de um aeroporto, que está com o tráfego aéreo congestionado, para explicar como fica a mente de uma pessoa, sobrecarregada pelas mágoas. Cada avião que está no ar é comparado a uma mágoa, que enquanto não pousa, fica exigindo energia e exaurindo os seus recursos.


Quando guardamos mágoas, o nosso cérebro produz substâncias químicas e hormônios ligadas ao estresse, que limitam as nossas ações e prejudicam nosso bem-estarQuando guardamos uma mágoa e pensamos na dor que sofremos, o cérebro reage como se estivéssemos em perigo naquele momento. Ele produz substâncias químicas ligadas ao estresse, que limitam as nossas ações. A parte pensante do cérebro fica limitada, é quando agimos sem pensar para nos livrarmos da sensação de perigo.

Portanto, a mágoa consome muita energia, pois cada vez que contamos o que aconteceu, os mesmos sentimentos são desencadeados. O cérebro não sabe distinguir se aquela traição ou agressão aconteceu agora ou há três anos.

Assim como escolhemos o canal de TV que queremos assistir, também podemos aprender a escolher qual o "canal" que estará passando na nossa mente. Podemos escolher pensar no quanto fomos vítimas, o quanto fomos machucados, e com isso perpetuar o nosso sofrimento ou podemos escolher pensar no quanto fomos fortes para sobreviver ao que aconteceu e mudar o nosso foco. Não significa que devamos passar por cima da tristeza, da dor e da raiva que sentimos, mas precisamos aprender que existe um tempo para esses sentimentos.
Uma forma de mudarmos o "canal" da nossa mente é pensar em como podemos mudar a história da nossa dor. Qual a história que contamos para nós mesmos sobre o que nos aconteceu?

Relembrar o fato, falar disso inúmeras vezes, ficar no lugar de "vítimas" dentro da história que contamos, nos dá a sensação de que o sofrimento que passamos não será esquecido e que se e abandonarmos esse lugar, quem nos fez sofrer ficará liberado de pagar pelo que fez. Mas, conservar a mágoa, nos mantém ligados de forma ineficaz à pessoa que nos fez sofrer.
O outro provavelmente não está sofrendo, nem mais e nem menos, só porque mantemos a mágoa dentro de nós.

Cada vez que contamos a história da nossa dor, ressaltando o quanto fomos vitimas daquela pessoa e enfatizando o quanto ela foi cruel conosco, continuamos dando poder a ela. Ficamos presos num papel que não deveria ser mais o nosso. Precisamos ultrapassar esse momento, precisamos nos curar.

Que tal parar um pouco e reformular a história da nossa dor? Sem forçar acontecimentos ou inocentar ninguém, mas colocando um foco nas nossas atitudes, no que fizemos e podemos fazer de construtivo diante do que aconteceu

Disponivél em: http://yahoo.minhavida.com.br/conteudo/13406-Guardar-magoas-traz-prejuizos-a-saude-de-nosso-corpo.htm. Acessado em: 20/06/11 ás 17h56.

Quatro exercícios que ajudam na hora de falar em público

Muitas pessoas, quando colocadas em situações em que é preciso falar em público, ficam nervosas e acabam não falando toda a informação que desejavam transmitir aos ouvintes. A capacidade de falar com naturalidade e espontaneidade, demonstrando segurança e credibilidade no que é dito, é uma competência diretamente ligada à imagem que projetamos no ambiente empresarial e por isso é importante para a carreira.
Às vezes ouvimos oradores tão espontâneos que parecem ter nascido com este dom. Mas, na maioria dos casos, o sucesso dessas pessoas é conseguido através de horas de treino. A boa notícia é que esse treinamento pode ser feito para você também.

Aqui vão algumas dicas para que você consiga um discurso mais seguro e espontâneo: com um peso na consciência enorme essa semana
A capacidade de falar com naturalidade e espontaneidade, demonstrando segurança e credibilidade, é diretamente ligada à imagem que projetamos no ambiente empresarial

 1) Observar a flexibilidade vocal
A nossa voz é o mais completo dos instrumentos, possibilitando grande plasticidade e variabilidade, dependendo da nossa intenção. Você já notou como sua voz modifica-se de acordo com seu interlocutor? Não? Então note as diferenças que a sua apresenta ao falar com sua mãe, com o frentista do posto, com seu filho, com seu amor. E ao falar com o chefe ou com a equipe de colaboradores? A voz deverá ser mais grave, precisa e marcada, para transmitir credibilidade ao outro.

2) Nunca falar correndo
A fala apressada pode transmitir significados, tais como: desejo de finalizar o diálogo, insegurança, pouco interesse no que se diz ou, até mesmo, falta de clareza nas idéias. O ideal é uma velocidade média de fala, com pausas em pontos estratégicos do discurso, demonstrando firmeza e credibilidade.

3) Enfatizar partes do discurso
Ao elaborar o discurso, imagine que algumas palavras devem ser o foco de atenção do seu ouvinte, pois, se der a mesma entonação ao longo de toda a frase, pode parecer justamente o oposto: que nada é importante. Uma das estratégias possíveis de ser treinada é marcar a palavra que mais precisa chamar atenção na frase e dizê-la de modo diferenciado (variando a velocidade, intensidade ou o tom, dentre outros), dependendo do objetivo de seu discurso.

4) Usar sua articulação
A articulação revela muito de nós. Ao falar sem abrir a boca, transmito insegurança e diminuo o valor do meu próprio discurso. Os sons existem para serem bem articulados, principalmente, as vogais. Experimente fazer um treino em casa, falando apenas as vogais dos dias da semana e dos meses do ano.

Disponivél em: http://yahoo.minhavida.com.br/conteudo/13410-Quatro-exercicios-que-ajudam-na-hora-de-falar-em-publico.htm. Acessado em: 20/06/11 ás 18h34.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Homenagem aos amigos



Video para homenagear amigos que vou guardar para sempre... Foi muito bom ter conhecido cada um de vocês. Hoje, fecha um ciclo... E começamos uma nova caminhada... Agora como professores e biológos, está na hora de mostrarmos para o mundo os profissionais de excêlencia que nos tornamos.
Muito sucesso á todos!

Gracineide Costa